A Meta intensificou as ações voltadas à proteção de jovens no Instagram e iniciou, na última semana, uma campanha para conscientizar pais e filhos e ampliar o alcance da segurança digital de usuários entre 13 e 17 anos por meio das Contas de Adolescentes.
As medidas atendem ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) Digital —que no último dia 17 passou a endurecer regras para influencers mirins—, mas já vinham sendo implementadas pela empresa há algum tempo no Brasil e no mundo.
Dentre as opções que as Contas de Adolescentes oferecem aos pais estão controle de tempo de tela, limite de contatos, limitação de conteúdo inadequado e supervisão.
Além disso, a Meta assinou em março um acordo com o MPT (Ministério Público do Trabalho) e passou a fazer busca ativa e notificar contas que monetizam conteúdo de crianças, os influencer mirins. O MPT é contrário ao trabalho infantil, e, para o órgão, nas redes sociais, ele deve ser restrito a fins artísticos.
Nesta terça, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decide sobre o tema, já que a Constituição brasileira proíbe o trabalho infantil, autorizando-o apenas como menor aprendiz a partir dos 14 anos.









