O escritor e cronista Henrique Raposo é o convidado do episódio desta segunda-feira do podcast O que fazer quando tudo arde.O seu primeiro romance, As Três Mortes de Lucas Andrade, venceu o prémio Camilo Castelo Branco. Está na forja um segundo, sendo que a sua primeira obra, Alentejo Prometido, era um quase romance.Nascido numa família operária, Henrique Raposo diz que será “sempre da classe operária” e que isso o colocou ou à esquerda ou à direita, “dependendo dos momentos históricos”. Pai de duas filhas, está preocupado com o facto de os jovens que têm agora 20 anos serem mais “reaccionários” do que “os da sua geração”.Ouça os episódios anteriores do podcast:Inocência Mata: “O racista não é uma pessoa má. O racismo é uma ideologia”João Marecos: “Os homens ainda hoje reprimem os sentimentos de uma forma penosa”Bárbara Bulhosa: “É possível que o livro volte a ser um produto das elites”Carmen Garcia: “Entre um velho e um cão, a esmagadora maioria escolhe o cão”Ana Bárbara Pedrosa: “A autodeterminação de género engaveta as pessoas”Miguel Poiares Maduro: o autoritarismo “pode, claramente, acontecer em Portugal”Leonor Caldeira: “Numa sociedade patriarcal, a capacidade de seduzir os homens é o que dita o nosso valor”Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó estabeleceu parâmetros que fazem com que eu tenha uma auto-estima bastante baixa”Jorge Moreira da Silva: “Vamos ser todos julgados sobre o que fizemos ou não fizemos em Gaza”O que fazer quando tudo arde está disponível na Apple Podcasts, Spotify, YouTube e restantes aplicações para podcasts.
Henrique Raposo: “Serei sempre da classe operária”
Pai de duas filhas, o escritor e cronista diz-se preocupado com o facto de os jovens que têm agora 20 anos serem mais “reaccionários”.










