A editora da Tinta-da-china, Bárbara Bulhosa, é a convidada desta semana do podcast O que fazer quando tudo arde.Em plena Feira do Livro de Lisboa, conversamos sobre o futuro do livro, que, acredita Bárbara, não desaparecerá nunca mas pode voltar a ser – como foi no passado – um produto de elites. A Tinta-da-china faz agora 20 anos, é uma editora independente que vive exclusivamente da venda dos livros e que, diz Bárbara Bulhosa, “não faz cedências ao mercado”.Ouça os episódios anteriores do podcast:Carmen Garcia: “Entre um velho e um cão, a esmagadora maioria escolhe o cão”Ana Bárbara Pedrosa: “A autodeterminação de género engaveta as pessoas”Miguel Poiares Maduro: o autoritarismo “pode, claramente, acontecer em Portugal”Leonor Caldeira: “Numa sociedade patriarcal, a capacidade de seduzir os homens é o que dita o nosso valor”Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó estabeleceu parâmetros que fazem com que eu tenha uma auto-estima bastante baixa”Jorge Moreira da Silva: “Vamos ser todos julgados sobre o que fizemos ou não fizemos em Gaza”O que fazer quando tudo arde está disponível na Apple Podcasts, Spotify, YouTube e restantes aplicações para podcasts.
Bárbara Bulhosa: “É possível que o livro volte a ser um produto das elites”
Em plena Feira do Livro de Lisboa, conversamos sobre o futuro do livro.










