Quem deixar os pleitos para 2027 amplia bastante o risco de amargar uns bons meses de prejuízo, até que os servidores públicos consigam ou queiram decidir A reforma tributária inaugura um novo paradigma fiscal que afeta as margens e exige atenção imediata para que as empresas preservem o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos celebrados com o Poder Público, como lhes é assegurado, de forma específica, pela Lei Complementar 214/2025. O impacto será gigantesco, pois todos os contratos administrativos serão afetados, desde um mero contrato de fornecimento de materiais de escritório ou serviços de limpeza até as mais sofisticadas concessões e parcerias público-privadas. São centenas de milhares de contratos que precisarão passar por um escrutínio rigoroso para se ajustarem à nova realidade tributária.

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