Empresas de infraestrutura veem atraso na discussão sobre o cálculo de reequilíbrio dos contratos, e alguns ainda esperam regra para emitir nota fiscal O mercado de infraestrutura enxerga forte risco de atraso na adaptação à reforma tributária, que começa a valer em 2027. As empresas já preparam uma onda de pedidos de reequilíbrio dos contratos, mas o temor é que a demora afete o fluxo de caixa das concessionárias e, em alguns casos, que as mudanças inviabilizem a própria operação de alguns segmentos que hoje nem sequer emitem nota fiscal.

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