PUBLICIDADE Animação emociona com personagens encantadores e visual deslumbrante: 'dá de goleada na maior parte da produção audiovisual de hoje'; Bonequinho aplaude 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Em 'Toy story 5', brinquedos ficam apavorados com aparecimento de novo brinquedo — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 17:10 'Toy Story 5' explora vício tecnológico infantil com maestria visual 'Toy Story 5' aborda o vício infantil em tecnologia, apresentando visual deslumbrante e personagens cativantes. A crítica elogia o filme por superar a produção audiovisual atual, muitas vezes sem inspiração visual. Na trama, Jessie enfrenta a substituição pelo tablet Lilypad. Embora sem grandes novidades, o filme emociona e impressiona tecnicamente, mostrando que a tecnologia, quando bem utilizada, é benéfica. Bonequinho aplaude. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os medos dos brinquedos de “Toy story” são comuns aos de qualquer humano, como deixar de ter utilidade, ser abandonado, não ficar na memória de alguém. Em “Toy story 5”, de Andrew Stanton (“Procurando Nemo”, “Wall-E”), a esses temores junta-se um novo: o avanço da tecnologia não poupa ninguém. “A era dos brinquedos acabou”, dizem, apavorados, os bonecos, ao perceberem que todos têm os olhos voltados para baixo, para as telas de seus celulares. Woody já teve medo de ser trocado por Buzz (“Toy story”, de 1995) e quase foi esquecido em uma coleção (“Toy story 2”, de 1999). Os brinquedos trocaram de dono (“Toy story 3”, de 2010). O caubói temeu ser deixado de lado por Bonnie, que já tinha seus antigos brinquedos e ainda criou Garfinho (“Toy story 4”, de 2019). Desta vez, é Jessie, agora líder do grupo e uma bem-vinda protagonista feminina no universo Pixar, a enfrentar o sentimento de ser substituída pelo novo tablet de Bonnie, Lilypad. Não há grandes novidades na trama, apenas uma atualização com o impacto da tecnologia. Mas é bom passar um tempo com esses personagens e voltar a se emocionar com eles, ainda mais em um filme de visual tão deslumbrante. Nesse quesito, “Toy story 5” dá de goleada na maior parte da produção audiovisual de hoje, marcada por cenas pouco inspiradas e por imagens lavadas ou tão escuras que não se enxerga os atores. E tudo isso com seus artistas e técnicos tendo de criar o mundo a partir do zero, no computador. É um exemplo de que a tecnologia pode, sim, ser benéfica. É só saber usar. Cotação: Bonequinho aplaude.