O carisma de Woody, a confiança de Buzz Lightyear, a energia apaixonante de Jessie estão na raiz do sucesso de 30 anos da franquia "Toy Story". De geração em geração, passando do menino Andy para a pequena Bonnie, o quinto filme da saga estreou na quarta-feira (17), agora com brinquedos mobilizados ante a ameaça dos mundos das telas para infância.

Os protagonistas —ao lado dos coadjuvantes não menos encantadores Senhor e a Senhora Cabeça de Batata ou Rex, o dinossauro medroso, e companheiros novos— temem ser trocados pelo tablet Lilypad, enquanto Bonnie fica cada vez mais deslocada.

Dados preliminares mostram que a nova trama chegou às telas gerando nível de buscas menor do que os lançamentos anteriores da franquia, o que pode mudar no decorrer do mês. O maior patamar foi atingido em 2019, com "Toy Story 4", sequência em que o desafio dos brinquedos e resgatar Garfinho.

Há uma parcela de fãs que acredita que a saga poderia ter chegado ao fim com "Toy Story 3", de 2010, e o rito de passagem de Andy indo para a faculdade e doando seus brinquedos para Bonnie. Entre eles está o cineasta Quentin Tarantino, que em entrevistas nos últimos anos afirmou que a sequência era um de seus longas favoritos e que não assistiria aos lançamentos posteriores.