Filme da Pixar foi elogiado pela maioria dos veículos americanos, mas jornal britânico falou em 'exaustão' da franquia 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'Toy story 5' — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você Na nova trama, Woody e Buzz enfrentam a concorrência de um tablet pela atenção de Bonnie. O longa aborda o impacto das telas na infância. A imprensa americana aclamou a produção, classificando-a como ágil e emocionante. Críticos compararam a evolução da franquia à trajetória dos Beatles. Por outro lado, o jornal The Guardian criticou severamente o filme, dando apenas duas estrelas. O veículo apontou uma suposta exaustão criativa da Pixar. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Às vésperas da estreia global de "Toy story 5", que, no Brasil, acontece na quinta-feira (18), críticos do mundo inteiro publicaram suas impressões sobre a novidade da Pixar. Desta vez, o caubói Woody, o astronauta Buzz Lightyear e os outros brinquedos lutam pela atenção que a menina Bonnie tem dedicado a Lilypad, um tablet, reacendendo as discussões sobre excesso de telas. A maioria dos veículos americanos especializados gostou muito do que viu. Segundo a revista Variety, o quinto filme da franquia é "ágil, emocionante e irresistível". O crítico Owen Gleiberman chega a comparar "Toy story" com os Beatles, e a nova produção com o álbum "Abbey Road" da banda inglesa. "A verdade é que todos os filmes de 'Toy Story' são belos, brilhantes e diferentes, e funcionam perfeitamente em conjunto (...) Nesse aspecto, se o Toy Story original (ainda o meu favorito) é 'Meet the Beatles', e Toy Story 3 é 'Sgt. Pepper', o esplêndido, cativante e sedutor 'Toy Story 5' se parece com 'Abbey Road'. É uma síntese sublime, um filme que reflete toda a franquia em seu espelho mágico e, quem sabe, representa um desfecho perfeito." A Indiewire segue tão animada quanto, dizendo que esta sequência é a melhor desde 1999, ficando "apenas mais afiada com a idade". "O grande trunfo de 'Toy Story 5' — que, apesar de seus defeitos, se mostra mais afiado do que qualquer filme da franquia desde o fim dos anos 1990 — é reconhecer como a tecnologia representa uma ameaça sem precedentes à própria natureza do brincar: como ela ameaça fazer as crianças crescerem ainda mais rápido do que já crescem, ao mesmo tempo em que transforma a amizade em uma espécie de jogo que exige tempo constante diante das telas para sobreviver", escreve David Ehrlich. Para a The Hollywood Reporter, o quinto filme faz jus ao legado da ideia original de Andrew Stanton, um dos diretores dessa novidade. "O charme cativante do filme é difícil de resistir, dedicando todo o seu afeto a uma pequena personagem humana que está tão deslocada em relação às crianças da sua idade que tem dificuldade para fazer amigos", escreve David Rooney. Quem não foi pelo mesmo caminho foi o jornal britânico The Guardian, que deu duas estrelas, de cinco, ao lançamento. Para o crítico Peter Bradshaw, a franquia sofre de exaustão criativa. "... o inquietante tablet chamado Lilypad (dublado por Greta Lee), que invade o universo das crianças, mas acaba se mostrando capaz de um heroísmo sentimental e altruísta quando o assunto é a saúde mental delas", escreve Bradshaw. "Sério? Pelo menos Lotso, o urso vilão de 'Toy Story 3', tinha a coragem de sustentar suas convicções malignas".
'Emocionante e irresistível': o que os críticos dizem sobre 'Toy story 5'
Filme da Pixar foi elogiado pela maioria dos veículos americanos, mas jornal britânico falou em 'exaustão' da franquia














