Disseminação de variações negativas entre os segmentos varejistas em abril indicou, segundo os especialistas, a já esperada perda de fôlego da atividade no segundo trimestre O volume de vendas do varejo no país teve queda maior que a esperada em abril, ante março, mas tem base de comparação alta, após atingir nível recorde no primeiro trimestre do ano. A disseminação de variações negativas entre os segmentos varejistas mostra, para economistas, a já esperada perda de fôlego da atividade no segundo trimestre. A perspectiva de desaceleração gradual, sem movimentos bruscos, está mantida, com um comércio que deve ter comportamento oscilante nos próximos meses, sob o embate de fatores como juros, inflação, incertezas domésticas e externas, mercado de trabalho ainda relativamente aquecido e estímulos do governo em ano de eleições.
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