O desempenho do volume de vendas do varejo em abril, com queda ante março, mostra que o setor deve passar por uma oscilação “natural” nos próximos meses, influenciados por fatores que atuam em sentidos opostos. De um lado, juros, inflação e a incerteza resultante da guerra no Oriente Médio e em relação ao resultado das eleições no país. De outro, o mercado de trabalho ainda aquecido e estímulos do governo. O ano de 2026 ainda deve ter crescimento do comércio, mas mais “tímido” que o de 2025. A avaliação é do economista Rodolpho Tobler, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).
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