Segundo Associação Paulista de Rapel, incidentes deixaram três vítimas fatais; segundo responsável pela associação, maior parte dos casos é resultado de falha humana 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mulher é lançada em rope jumping, mas sem cordas, no interior de SP — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/06/2026 - 16:43 "Aumentam Acidentes de Rope Jumping no Brasil: Falta de Regulamentação e Segurança Preocupam" O Brasil registrou pelo menos cinco acidentes de rope jumping desde 2020, com dois casos fatais, segundo a Associação Paulista de Rapel. O mais recente ocorreu em Limeira, onde Maria Eduarda, 21, morreu após cair de 40 metros sem equipamento de segurança. A falta de regulamentação e falhas humanas são apontadas como causas principais. A prática, popular em locais como a Ponte do Esqueleto, continua a gerar preocupações sobre segurança. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Em seis anos, o Brasil teve pelo menos cinco acidentes durante a prática de rope jumping, segundo a Associação Paulista de Rapel. O mais recente deles ocorreu no último sábado (13), quando a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, caiu de uma altura de 40 metros no interior de São Paulo. A jovem morreu depois de ser lançada de uma altura de 40 metros sem o equipamento de segurança durante um salto. A tragédia ocorreu na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis. O momento da queda foi registrado em vídeo por testemunhas que flagraram o momento em que a jovem foi empurrada da plataforma sem que a corda estivesse conectada ao corpo dela. Três instrutores foram presos em flagrante e responderão por homicídio com dolo eventual. O esportista Gleidson Rodrigues, presidente da Associação Paulista de Rapel, defende que a falta de uma regulamentação específica para a prática de rope jumping no Brasil contribui para a ocorrência de acidentes como o de Limeira. — Tem muitas equipes sem preparo que montam o negócio e oferecem isso para as pessoas. Enquanto não tiver regulamentação, acidentes assim vão continuar acontecendo. Aconteceu agora, daqui seis meses vai acontecer de novo — afirma Rodrigues. Casos Dos cinco incidentes graves registrados pela associação, dois resultaram em morte. Um deles é o caso da jovem Maria Eduarda. O outro ocorreu em prédios abandonados em São Bernardo do Campo, em 2020, e deixou dois jovens mortos a mulher ferida. Outro caso aconteceu também na Ponte do Esqueleto. Em agosto do ano passado, duas mulheres ficaram gravemente feridas após caírem da estrutura. Uma das feriadas sofreu lesões gravíssimas e foi levada pelo SAMU em estado crítico para a Santa Casa de Limeira. A outra apresentou múltiplas fraturas pelo corpo e foi encaminhada ao hospital. A ponte é um ponto conhecido no universo dos esportes radicais, procurada pelo fácil acesso e pela altura de 40 metros, adequada aos saltos. A ponte liga duas áreas privadas, não tem passagem de veículos e é bastante procurada para a prática de esportes radicais. A estrutura, que pertencia à extinta Rede Ferroviária Federal S.A, está sob a guarda da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. No ano passado, um acidente com uma praticante ocorreu no Viaduto Doutor Arnaldo, um ponto conhecido da capital paulista, que liga a Avenida Paulista e as ruas da Consolação e Heitor Penteado à Avenida Sumaré. A mulher bateu no teto da ponte. —A quase totalidade de acidentes é fruto de erro humano. Por falha de equipamentonão temos noticia, se há é por imperícia na aplicação do equipamento, ou seja, falha humana — diz Rodrigues. Em 2020, dois instrutores – um homem e uma mulher – caíram de uma altura de aproximadamente 60 metros em Ibaté, em são Paulo, na cachoeira do Can Can durante a prática de rope jumping. O equipamento de segurança foi acionado e travou a queda. Apesar do susto, as duas pessoas não se feriram.
Brasil tem pelo menos cinco acidentes com rope jumping desde 2020
Segundo Associação Paulista de Rapel, incidentes deixaram três vítimas fatais; segundo responsável pela associação, maior parte dos casos é resultado de falha humana
















