A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21, chamou atenção para uma modalidade esportiva pouco conhecida no Brasil. Ela morreu após participar de um rope jump, um salto que utiliza cordas estáticas. O amortecimento do salto é feito pelo movimento do corpo, que faz um pêndulo.
Décima sétima a saltar naquele dia, Maria Eduarda foi arremessada da ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, sem estar presa às cordas de segurança. Caiu em queda livre, sofreu múltiplas fraturas e morreu no local. Em depoimento à polícia, os envolvidos na morte da jovem alegaram esquecimento.
Segundo o Ministério do Esporte, a atividade de rope jump não é proibida em território nacional. Porém, não há normas específicas sobre a modalidade.
Existe uma norma da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) com recomendações de segurança para um salto parecido, o bungee jump (com cordas elásticas).
As empresas que vendem os saltos de rope jump se enquadram na categoria de turismo de aventura. Por isso, precisam seguir a norma NBR ISO 21101, que criou protocolos de segurança voltadas a empresas do setor, mas não cita especificamente nenhuma modalidade esportiva.











