Dan Osman criou o rope jumping nos anos 1990 e se tornou famoso por saltos de centenas de metros; em 1998 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Dan Osman durante escaladas gravadas pelo atleta — Foto: Reprodução / Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/06/2026 - 22:27 Tragédia em Limeira: jovem morre em salto de rope jumping sem segurança A morte de Maria Eduarda Rodrigues durante um salto de rope jumping em Limeira reacendeu a atenção para essa modalidade radical e seu criador, Dan Osman. Maria, de 21 anos, foi lançada sem estar conectada à corda de segurança, semelhante à tragédia que vitimou Osman em 1998. O americano, que popularizou o esporte nos anos 1990, morreu após falha no sistema de cordas durante um salto no Parque Nacional de Yosemite. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping em Limeira, no interior de São Paulo, neste sábado (13), voltou a chamar atenção para a modalidade radical e para a história de seu principal criador, o americano Dan Osman. A jovem caiu de cerca de 40 metros após ser lançada sem estar conectada à corda de segurança, segundo relatos de testemunhas e informações da Polícia Militar. Considerado o inventor do rope jumping, Dan Osman ficou conhecido nos anos 1990 por combinar técnicas de escalada com saltos extremos de grandes alturas. A modalidade consiste em um salto em queda livre seguido pela retenção do praticante por cordas de escalada ancoradas em pontos fixos. Osman levou a prática a níveis inéditos e chegou a realizar quedas controladas superiores a 300 metros, tornando-se uma referência mundial nos esportes radicais. O que torna sua história ainda mais marcante é que ele também morreu em um acidente relacionado à atividade que ajudou a popularizar. Em 23 de novembro de 1998, aos 35 anos, Osman realizava um salto na formação rochosa Leaning Tower, no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia. Durante a queda controlada, o sistema de cordas falhou e ele despencou até a morte. A investigação conduzida pelo Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos concluiu que a corda principal não se rompeu por desgaste. Segundo os investigadores, uma mudança no ângulo do salto fez com que trechos das cordas, que eram ligadas por nós, se cruzassem durante a queda. O atrito gerado nesse ponto teria provocado o aquecimento e o corte do próprio equipamento, causando a falha fatal. A apuração também apontou que as cordas estavam em boas condições de conservação. Na época do acidente, Osman havia retornado a Yosemite para desmontar uma estrutura utilizada nos saltos, mas decidiu realizar novas quedas nos dias anteriores. Foi durante uma dessas tentativas que ocorreu o acidente que encerrou a trajetória de um dos nomes mais conhecidos da escalada e dos esportes de aventura. Quase três décadas depois, a modalidade voltou ao noticiário por causa da tragédia em São Paulo. Embora as circunstâncias sejam completamente diferentes, no caso de Maria Eduarda, a investigação apura um erro humano na preparação do salto, os dois episódios têm em comum falhas envolvendo o principal elemento de segurança do esporte: as cordas responsáveis por interromper a queda livre do praticante.
Criador do rope jumping também morreu por falha de equipamento em salto; mulher foi jogada sem corda em São Paulo
Dan Osman criou o rope jumping nos anos 1990 e se tornou famoso por saltos de centenas de metros; em 1998















