LEIA MAIS: O que é e como funciona No rope jumping (pulo com corda, em inglês), o participante pula de locais altos, como pontes, viadutos e prédios. A pessoa fica presa a um sistema de cordas que é projetado para interromper a queda de uma forma controlada. Essa prática costuma ser comparada ao bungee jump, mas há diferenças. No bungee jump, é usada uma corda elástica, que faz a pessoa quicar (subir e descer) várias vezes depois do salto. Já no rope jump, o sistema é parecido com o de escalada. Quando a queda é interrompida, o praticante faz um movimento de pêndulo, balançando de um lado para o outro. Por isso, o esporte também é conhecido como "pêndulo humano". Antes do salto, a equipe deve checar se tudo está conectado. Empresas profissionais adotam a checagem dupla: mais de um instrutor confirma se os equipamentos estão fixados antes de autorizar a queda. Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, morta após ser lançada em rope jump sem corda — Foto: Reprodução Morte em Limeira Segundo a Polícia Militar (PM), testemunhas relataram que a equipe responsável pela atividade na Ponte do Esqueleto esqueceu de prender a corda na vítima. Seis pessoas foram detidas e três permaneceram presas pelo acidente, que é investigado pela Polícia Civil. Nas imagens, a vítima foi carregada por três funcionários até a estrutura de salto, localizada na região da Ponte do Esqueleto. Após ser impulsionada da plataforma, vozes foram ouvidas em tom de desespero. "A corda", gritou uma pessoa. Em seguida, outra voz repetiu: "Gente, a corda". Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas foi constatada ainda no local. Os homens das imagens aparecem usando camisetas das empresas Entre Cordas e Ih Voei. O g1 entrou em contato com elas, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem. Infográfico - Mulher morre ao ser jogada sem cordas em salto de rope jump — Foto: Arte/g1 VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região