PUBLICIDADE Prática transforma o participante em um “pêndulo humano” após um salto de grandes alturas e exige sistemas complexos de ancoragem e segurança 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mulher é lançada em rope jump, mas sem cordas, no interior de SP — Foto: Reprodução/Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/06/2026 - 21:51 Acidente Fatal em Rope Jumping: Jovem Morre em Limeira, SP Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante uma prática de rope jumping em Limeira, SP, quando caiu de 40 metros sem estar conectada à corda de segurança. O rope jumping, diferente do bungee jump, utiliza cordas não elásticas para criar um movimento pendular após a queda, exigindo rigoroso sistema de ancoragem. O caso está sob investigação da Polícia Civil. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, após ser lançada sem a corda de segurança durante um salto em Limeira, no interior de São Paulo, colocou em evidência uma modalidade pouco conhecida do grande público: o rope jumping. A jovem participava da atividade na chamada Ponte do Esqueleto quando, segundo relatos de testemunhas à Polícia Militar, foi lançada sem estar conectada ao equipamento de segurança. Ela caiu de uma altura de cerca de 40 metros e morreu no local. O caso é investigado pela Polícia Civil. Apesar de muitas vezes ser confundido com o bungee jump, o rope jumping funciona de forma diferente. Na modalidade, o praticante salta de locais elevados, como pontes, viadutos, prédios ou paredões rochosos, preso a cordas de escalada conectadas a um sistema de ancoragem. Ao contrário do bungee jump, que utiliza cordas elásticas, o rope jumping emprega cordas com pouca elasticidade, permitindo uma sensação mais longa de queda livre antes da desaceleração. Uma das principais características do esporte é o chamado “efeito pêndulo”. Em vez de sofrer apenas uma desaceleração vertical, o participante passa a descrever um movimento pendular após a queda, semelhante ao de um balanço gigante. Por isso, a modalidade é frequentemente descrita como uma experiência que transforma o praticante em um “pêndulo humano”. Segundo especialistas e entidades ligadas aos esportes de aventura, a prática exige planejamento técnico rigoroso, com cálculos sobre altura, distância, resistência dos equipamentos e posicionamento dos pontos de ancoragem. Todo o sistema precisa ser montado para absorver a energia da queda de forma segura. O rope jumping surgiu na década de 1990 e é associado ao escalador americano Dan Osman, que passou a realizar saltos utilizando técnicas derivadas da escalada. Com o tempo, a modalidade se espalhou por diversos países e ganhou adeptos também no Brasil, onde é praticada em pontes, cachoeiras, cânions e formações rochosas. No acidente ocorrido em Limeira, testemunhas afirmaram que a corda não foi conectada à vítima antes do salto. Vídeos gravados no local mostram o momento em que Maria Eduarda é lançada e, em seguida, pessoas começam a gritar alertando sobre a ausência do equipamento. Atenção: as imagens abaixo são fortes.