PUBLICIDADE Jovem afirmou à polícia ter saltado antes de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas em Limeira (SP) após passar por procedimento regular de segurança 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mulher é lançada em rope jump, mas sem cordas, no interior de SP — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/06/2026 - 08:54 Salto de Rope Jump em Limeira: Três Instrutores Indiciados por Morte de Jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu em Limeira (SP) ao ser lançada sem corda durante um salto de rope jump. Seu amigo, que saltou antes dela, relatou que a preparação foi rápida e diferente do procedimento regular de segurança que ele seguiu. A Polícia Civil indiciou três instrutores por homicídio com dolo eventual, alegando negligência nos procedimentos de segurança. A tragédia revelou a falta de formalização do grupo que oferecia a atividade. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O amigo que acompanhava Maria Eduarda Rodrigues de Freitas no local de saltos de rope jump, em 13 de junho, em Limeira (SP), afirma que a preparação da jovem para a aventura foi diferente da dele e "extremamente rápida". O homem, cujo nome não foi oficialmente divulgado, afirmou que pulou antes da profissional de Educação Física após passar pelo procedimento regular de segurança. Duda, porém, foi lançada da Ponte do Esqueleto sem a fixação das cordas e morreu em decorrência dos ferimentos. No depoimento, obtido pelo Metrópoles, o homem detalhou que a preparação incluía a colocação de equipamentos, como colete e proteções, numa área anexa. Já a corda era fixada momentos antes do salto, na plataforma. Segundo o rapaz, no caso dele, o procedimento foi realizado por uma pessoa responsável por verificar os saltos anteriores ao dele. Já Maria Eduarda foi assistida por três pessoas. Os investigadores apontaram que ela foi a primeira a ser lançada na modalidade "aviãozinho" do rope jump, em que instrutores erguem o corpo do saltador sobre as cabeças e o lançam ponte abaixo. O amigo afirmou não ter visto o equipamento de segurança ser fixado em Duda e apenas ouvido gritos de pessoas que alertavam sobre a ausência da corda instantes depois do lançamento do corpo. Ele passou mal e precisou ser encaminhado ao hospital. A Polícia Civil indiciou os três instrutores que participaram do lançamento de Maria Eduarda por homicídio com dolo eventual. Para os investigadores, Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos, assumiram o risco da morte da jovem ao não observarem os procedimentos de segurança. A Polícia Civil e o Ministério Público (MP) apontam que um dos três presos no fim de semana pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas — lançada sem corda durante um salto de rope jumping — foi o responsável por retirar a câmera que estava presa nela logo após a tragédia. O autor da ação foi identificado como João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos. A informação consta no pedido de prisão feito à Justiça. A Polícia Civil, por meio do delegado Antônio Luís Tuckmantel, informou que os três novos suspeitos detidos no fim de semana são do estado do Rio de Janeiro. Além de Silva, também foram presos temporariamente Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, que é apontada como responsável pelo grupo que realizava os saltos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos. Eles se juntam a Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, instrutores de salto que tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e respondem por homicídio com dolo eventual. A defesa de Luis Felipe e Maicon contesta o enquadramento da conduta e afirma que os dois não tiveram a intenção de matar, por isso deveriam responder por homicídio culposo. A defesa de Vitor disse que não havia acessado a íntegra do inquérito, mas citou "divergências técnicas" em relação à capitulação atribuída. No dia da tragédia, seis pessoas foram encaminhadas para a delegacia, e esses três instrutores permaneceram presos desde então no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos. Na sexta-feira passada, a Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus apresentado pelas defesas de dois deles. Tragédia As seis pessoas integram um grupo que oferecia saltos de 40 metros de altura na ponte, com valores de até R$ 180. As imagens do acidente mostram Maria Eduarda sendo carregada pelos instrutores até a extremidade da plataforma e lançada para frente. De acordo com a polícia, a atividade era promovida por grupos informais e não havia uma empresa formalmente constituída responsável pela operação. Após a repercussão do caso, os perfis vinculados aos organizadores foram retirados das redes sociais. Segundo a delegada responsável pelo caso, os investigados afirmaram não se recordar de quem era a responsabilidade de conectar a corda de segurança nem por que a checagem final deixou de ser feita antes do salto. Maria Eduarda morreu após cair de uma altura de cerca de 40 metros durante a atividade. Segundo a Polícia Civil, a corda que deveria estar conectada ao equipamento de segurança da jovem não foi presa e permaneceu enrolada na estrutura utilizada para o salto. Testemunhas ouvidas pela investigação relataram que os procedimentos de conferência dos equipamentos não teriam sido realizados antes da queda. De acordo com a polícia, o grupo responsável pela atividade não possuía empresa formalizada.
Rope jump: amigo que acompanhava jovem lançada sem cordas diz que preparação para salto foi 'extremamente rápida'
Jovem afirmou à polícia ter saltado antes de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas em Limeira (SP) após passar por procedimento regular de segurança







