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Tudo começou na pandemia, em busca de um bocadinho de normalidade. As escolas fecharam num dia e, em poucas horas, professores e alunos tiveram de se adaptar a ensinar e a aprender através de um ecrã. Entre aulas síncronas e assíncronas — era assim o “palavreado” da altura —, Marta Rodrigues começou a fazer vídeos a explicar a matéria, “da forma mais rudimentar à face da Terra, nos programas mais estranhos” que arranjou. “Com a minha carinha a aparecer ali pequenininha para eles continuarem a ter contacto comigo.”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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13 de junho de 2026














