Fim dos incentivos fiscais estaduais pode ampliar a vantagem competitiva de Manaus e estimular a migração da produção eletroeletrônica Previsto na reforma tributária, o fim dos incentivos fiscais estaduais a partir de 2033 pode inviabilizar a indústria eletroeletrônica fora da Zona Franca de Manaus, avaliam tributaristas. Conforme simulações, já em 2030, ainda no período de transição da reforma, o custo tributário de produzir um smartphone em Minas Gerais, por exemplo, será 26,5% maior que no polo de Manaus, onde os benefícios seguem ao menos até 2073. “Estabelece um diferencial para produtos de informática, por exemplo, que pode saltar em até 419%”, diz Helcio Honda, diretor jurídico da Fiesp. Procurada, a Suframa não se posicionou.

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