Além de festival em setembro, com Blonde Redhead e Dry Cleaning, produtora promete um ‘novembro agitado’, sem abrir nomes “Queremos crescer, mas sem perder a essência”, diz Rafael Farah (esq.), ao lado de Fernando Dotta, da Balaclava — Foto: Nilani Goettems/Valor “Quem ouve o nome da Balaclava às vezes acha que é uma empresa enorme, com prédio e tal”, diz Fernando Dotta. O paulistano de 39 anos se acomoda ao redor de uma mesa no terraço do bar Alto, no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, fechado ao público nesta tarde de quarta-feira. Tem a seu lado o sócio, Rafael Farah, outro paulistano que beira os 40 anos.
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