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Fatoumata Diawara não foge das conversas difíceis. Viagem, soundcheck, uma hora ou mais de entrevistas pela frente — isto num dia em que ainda não comeu nada e em que vai acabar a tocar para dezenas de milhares de pessoas num megafestival na Costa do Marfim —, e ei-la a segurar o microfone do canal digital ZOA com as suas próprias mãos cravejadas de anéis e serpentes para contar à juventude pan-africana das redes sociais como ali mesmo, em Abidjan, quando tinha apenas sete ou oito anos, lhe retiraram o clitóris e quase morreu esvaída em sangue.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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11 de Junho de 2026