Por Tiago Souza

Recentemente, a série Uma Esposa em Miniatura (The Miniature Wife) estreou no HBO Max, trazendo de volta o fascinante conceito de mundos em escalas diferentes. A produção é impecável: o uso de efeitos visuais modernos para integrar os dois mundos é fluido e tecnicamente perfeito. Mas, para quem viveu o cinema de décadas atrás, é impossível não sentir uma pontada de saudosismo ao lembrar de Querida, Encolhi as Crianças (1989).

Naquela época, sem os apetrechos de composição digital que temos hoje, o “drible” era físico. Eram cenários gigantescos, animatrônicos e truques de perspectiva que forçavam o cérebro do espectador a acreditar no impossível.

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