O ano de 2026 será lembrado como o momento em que Hollywood deixou de ser plateia e entrou no ringue da inteligência artificial. Em menos de seis meses, três movimentos distintos traçaram um mapa da tensão criativa que define a indústria.

De um lado, o Google DeepMind anuncia uma parceria com o estúdio independente A24 para criar ferramentas de IA que “não se parecerão em nada com o tipo de IA generativa gerada por comandos”. Do outro, a Disney tenta apagar o rastro de um acordo de US$ 1 bilhão com a OpenAI que azedou em três meses. E, no meio do ringue, Ben Affleck vende sua startup de IA, a InterPositive, para a Netflix por até US$ 600 milhões — com a promessa de que a tecnologia, desta vez, virou aliada dos cineastas.

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