Acel contratou o escritório do qual o ex-juiz Mateus Pontalti, que integrou até 2024 a 13ª Vara Federal no Distrito Federal, responsável pela análise da ação apresentada pela própria entidade Considerado estratégico para a ampliação do sinal de celular e internet móvel no país, o leilão da faixa de 700 MHz realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no início de maio passou a ser alvo de controvérsia no setor e no meio jurídico após a atuação no caso de um ex-juiz federal que integrou até 2024 a vara responsável por uma ação que questiona o certame e supostamente não teria cumprido quarentena. Diante da disputa e do julgamento do mérito da ação pendente, a agência reguladora mantém guardados os envelopes com lances que não chegaram a ser abertos durante o leilão, mas ainda assim acredita que os riscos de mudanças no resultado são baixos.
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