Superintendente responsável pela área de outorga e recursos à prestação da Anatel, Vinícius Caram dise que uma das soluções técnicas seria o "adensamento de sites" A não renovação do uso da faixa de 850 megahertz (MHz) pelas operadoras de telefonia móvel que detêm a frequência atualmente não seria “o fim do mundo”, mesmo no caso destas empresas não conseguirem arrematá-la de volta num futuro leilão organizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A opinião é do superintendente Vinícius Caram, responsável pela área de outorga e recursos à prestação da Anatel, que participou nesta quarta-feira (20) do evento Painel Telebrasil.
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