Intelectual francês, morto aos 104 anos, foi um dos principais proponentes do pensamento complexo O sociólogo Edgar Morin em foto de 2019 — Foto: Ana Branco/Agência O Globo O pensador francês Edgar Morin, morto em 29 de maio, aos 104 anos, escreveu seu primeiro livro de memórias em 1959, aos 38. A obra, intitulada “Autocrítica”, lidava com sua trajetória na Resistência Francesa entre 1940 e 1945 e, sobretudo, sua relação com o Partido Comunista Francês, do qual foi membro até 1951. Desde então, ele teria a oportunidade de redigir pelo menos mais quatro publicações autobiográficas, a última delas publicada em 2019: “As lembranças vêm ao meu encontro”.

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