O colunista Claudio Garcia fala sobre como a interação com a tecnologia “reconfigura” o indivíduo Entre as inúmeras publicações sobre inteligência artificial (IA), uma linha de argumentação recorrente sustenta que certas características imutáveis da humanidade - como empatia ou criatividade - ‘jamais’ serão substituídas. Embora reconfortante, essa visão é cientificamente ingênua, simplista e pouco ajuda a lidar com uma tecnologia que, como é comum em invenções humanas, pode trazer tanto benefícios quanto danos severos.
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