O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara, pediu nesta terça-feira (26) que a PF (Polícia Federal) investigue o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) em razão das transações do governo local com uma fintech investigada pela Operação Carbono Oculto.
O caso foi revelado pela Folha, em reportagem publicada nesta segunda (25). A reportagem embasa o pedido de Lindbergh, direcionado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Caiado deixou o governo em março. Ele é pré-candidato à Presidência da República. Em caso de confirmação da candidatura, deve enfrentar o presidente Lula nas urnas.
"A gravidade dos fatos decore de possível inserção de recursos públicos, programas sociais e comerciantes locais em ambiente financeiro contaminado por suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação patrimonial e organização criminosa", disse o parlamentar, no pedido direcionado à PF.
A gestão de Caiado usou a BK Instituição de Pagamento, conhecida como BK Bank, para movimentar R$ 1,36 bilhão de programas de transferência de renda. A BK é uma fintech, suspeita de atuar como um banco paralelo da facção criminosa PCC, conforme as investigações da Carbono Oculto.











