Ex-assessora pagou despesas de mulher de deputado, indicam comprovantes publicados pelo G1; chefe de gabinete nega O deputado federal Mário Frias, O PSOL pediu à Procuradoria-Geral da República que investigue o deputado Mário Frias (PL-SP), ex-secretário da Cultura no governo Bolsonaro — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/05/2026 - 16:20 PSOL pede investigação de Mário Frias por suspeita de rachadinha O PSOL solicitou à Procuradoria-Geral da República a investigação do deputado Mário Frias (PL-SP) por suspeita de rachadinha. Gardênia Morais, ex-assessora de Frias, teria devolvido parte de seu salário ao chefe de gabinete e pago despesas da família do parlamentar, conforme comprovantes bancários. Frias nega conhecimento das alegações. O caso, apresentado por Chico Alencar (PSOL-RJ), envolve possíveis crimes como concussão e corrupção passiva. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O PSOL pediu à Procuradoria-Geral da República que investigue o deputado Mário Frias (PL-SP), ex-secretário da Cultura no governo Bolsonaro, pela suposta prática de rachadinha. A representação criminal foi apresentada neste sábado (23) pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Segundo reportagem do portal G1, a ex-assessora Gardênia Morais, que atuou no gabinete de Frias entre 2023 e 2024, devolvia grande parte de seu salário ao então chefe de gabinete, além de pagar despesas da família do parlamentar. “O deputado sabia, o deputado estava ciente de todas as devoluções. Foi um combinado inicial, o deputado sempre participa”, disse a ex-funcionária ao G1. O atual chefe de gabinete de Frias, Diego Ramos, afirmou que desconhece as suspeitas e tem a convicção de que Frias também não tem conhecimento. Para Chico Alencar, o caso envolve a suposta prática de seis crimes: concussão, peculato, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Frias voltou ao noticiário nos últimos dias como produtor executivo do filme “Dark horse”, inspirado na vida de Jair Bolsonaro e bancado por Daniel Vorcaro. Em diálogos divulgados pelo Intercept Brasil, Frias chama o dono do Banco Master de “irmão” e “meu brother”.