Representação pede abertura de processo disciplinar e perda do mandato do deputado do PL Mário Frias — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/05/2026 - 19:04 PSOL denuncia Mário Frias ao Conselho de Ética por rachadinha O PSOL apresentou uma representação ao Conselho de Ética da Câmara contra o deputado Mário Frias (PL-SP) por suspeita de rachadinha, prática em que funcionários devolvem parte do salário. Baseada em acusações da ex-assessora Gardênia Moraes e documentos bancários, a ação pede abertura de processo disciplinar e cassação do mandato de Frias. A acusação aponta grave violação ética e moral. Frias ainda não se pronunciou. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O PSOL protocolou nesta segunda-feira uma representação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra o deputado federal Mário Frias (PL-SP) por suspeita de prática de rachadinha, quando funcionários devolvem parte do salário, em seu gabinete. O documento pede a abertura de processo disciplinar e a cassação do mandato do parlamentar do PL. Frias não se manifestou. A ação é baseada nas denúncias feitas pela ex-assessora Gardênia Moraes, que afirma ter sido obrigada a devolver parte do salário recebido enquanto trabalhava no gabinete de Frias. As acusações foram reveladas pelo portal g1. Na representação, o partido afirma que Frias “desonrou o cargo para o qual foi eleito” e “abusou das prerrogativas asseguradas para cometer ilegalidades e irregularidades”. O documento cita reportagens publicadas pelo g1 com documentos bancários, comprovantes de Pix e extratos financeiros que “apontam para a prática de ‘rachadinha’ no gabinete” do deputado entre fevereiro de 2023 e março de 2024. Segundo os relatos e documentos, Gardênia repassava parte de seu salário para pessoas ligadas a Frias e ao então chefe de gabinete por meio de Pix, transferências, e até pagamento de fatura de cartão. A representação destaca ainda os cinco empréstimos feitos pela ex-assessora, que totalizaram R$ 174.886. Segundo Gardênia, apenas um dos empréstimos, de R$ 35 mil, foi para uso pessoal e os demais teriam sido contratados a pedido do deputado e do ex-chefe de gabinete “para quitar dívidas da campanha eleitoral de 2022”. O documento afirma que os fatos narrados configuram “grave violação aos valores morais que regem o exercício do mandato parlamentar” e sustenta que as ações atribuídas a Frias “atentam contra a moralidade pública e a dignidade da função pública”. “Sua presença como parlamentar desta Câmara dos Deputados, portanto, é insustentável — e envergonha a instituição”, diz trecho da representação. O protocolou nesta segunda-feira uma representação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra o deputado federal Mário Frias (PL-SP) por suspeita de prática de rachadinha, quando funcionários devolvem parte do salário, em seu gabinete. O documento pede a abertura de processo disciplinar e a cassação do mandato do parlamentar do PL. Frias não se manifestou.