Dani Monteiro (PSOL) foi destituída de colegiado. Alexandre Knoplock (PL) deve assumir nesta sexta 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A deputada Dani Monteiro (PSOL) na Alerj — Foto: Agência Brasil RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/06/2026 - 15:21 Disputa entre PL e PSOL na Alerj por Comissões Permanentes Escala Conflito A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) enfrenta uma disputa entre o PL e o PSOL pelas comissões permanentes. Dani Monteiro (PSOL), destituída da presidência da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, prepara documentação para o MPF, visando proteger dados e continuar o trabalho do colegiado. Alexandre Knoplock (PL) deve assumir a presidência da comissão. Monteiro enfatiza a proteção das vítimas como prioridade. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A batalha entre o PL e o PSOL pela comissões permanentes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ganha mais um round. A deputada estadual Dani Monteiro, ex-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania está organizando documentos, registros e informações sensíveis relacionados aos atendimentos e denúncias acompanhados pelo colegiado. O material será encaminhado ao procurador Júlio Araújo, do Ministério Público Federal. A medida, segundo a parlamentar, é preservar o patrimônio institucional construído ao longo dos últimos cinco anos, proteger vítimas e familiares e a continuar o acompanhamento de casos de graves violações de direitos humanos. O deputado Alexandre Knoplock (PL) deve ser eleito nesta sexta-feira novo presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos. O edital de convocação dos titulares e suplentes do colegiado foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira. A reunião, remota, será para a escolha do presidente e do vice-presidente da comissão. — Nosso compromisso sempre foi com a população fluminense, especialmente com quem teve seus direitos violados e encontrou na Comissão de Direitos Humanos um espaço de acolhimento e proteção. Estamos adotando todas as medidas necessárias para resguardar informações sensíveis, preservar a integridade das vítimas e assegurar que esse trabalho tenha continuidade. Seguiremos atuando, por todos os meios legais e institucionais, para que nenhum atendimento, nenhuma denúncia e nenhuma família sejam desamparados. A maior preocupação, hoje, é com a exposição de vítimas e familiares de violência do estado — afirma Dani Monteiro.