Polícia Federal aponta aportes de mais de R$ 2,9 bilhões no Banco Master realizados pelo fundos Sede do Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do estado do Rio, que está no centro da investigação sobre aportes bilionários ligados ao Banco Master — Foto: Divulgação/Rioprevidência RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/05/2026 - 11:36 Operação da PF investiga corrupção no RioPrevidência e envolve ex-governador e ex-dirigentes A operação da Polícia Federal que investiga corrupção no RioPrevidência, envolvendo o ex-governador Cláudio Castro, mirou ex-dirigentes e gerentes do fundo. Com aportes de R$ 2,9 bilhões no Banco Master sob suspeita, a ação incluiu Ricardo Siqueira Rodrigues, apontado como lobista; Deivis Marcon Antunes, ex-diretor-presidente; Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de investimentos; Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-gerente de operações; e Fernanda Pereira da Silva Machado, ex-gerente de controle interno. Eles são acusados de integrar o esquema identificado na Operação Barco de Papel. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Além do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, a operação da Polícia Federal que investiga um esquema de corrupção no fundo de previdência do Rio de Janeiro atingiu outros operadores e servidores públicos apontados pelos investigadores como parte da engrenagem que teria direcionado mais de R$ 2,9 bilhões do RioPrevidência para o Banco Master. A apuração faz parte de uma nova fase da Operação Barco de Papel, deflagrada nesta terça-feira com o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Brasília. Segundo a PF, a primeira etapa das investigações identificou aportes considerados suspeitos de aproximadamente R$ 970 milhões em letras financeiras emitidas pelo Master, entre outubro de 2023 e julho de 2024. Saiba quem é quem: Ricardo Siqueira Rodrigues: apontado como lobista e operador, foi indicado pelos investigadores como o principal articular do esquema. Ele seria o responsável por fazer a aproximação entre Daniel Vorcaro e as autoridades do Rio. Além disso, Ricardo teria recebido comissões de 0,6% sobre os valores aplicados.Deivis Marcon Antunes: ex-diretor-presidente do RioPrevidência, autorizou o credenciamento do Banco Master e operacionalizou internamente os investimentos, apesar de problemas em relação às regras internas do órgão. Ele teria também vazado a cotação de uma instituição concorrente para a equipe do Banco Master.Eucherio Lerner Rodrigues: ex-diretor de investimentos do RioPrevidência, era o responsável técnico pelas aplicações irregulares, segundo as investigações. Assinou os atestados de credenciamento do banco e teria omitido a realização de estudos de risco necessários.Pedro Pinheiro Guerra Leal: ex-gerente de operações, também forneceu apoio técnico às operações apontadas como irregulares pela Polícia Federal. Elaborou as justificativas internas para referendar os aportes no Master.Fernanda Pereira da Silva Machado: ex-gerente de controle interno, atuou para chancelar o esquema internamente, apesar de ocupar um cargo destinado à fiscalização dos investimentos.
Além de Castro, operação da PF teve ex-dirigentes e ex-gerente da Rioprevidência como alvo; saiba quem são
Polícia Federal aponta aportes de mais de R$ 2,9 bilhões no Banco Master realizados pelo fundos
















