O Governo do Distrito Federal recebeu cerca de R$ 1 bilhão nesta segunda-feira (25) em uma operação de securitização da dívida ativa para recompor o BRB (Banco de Brasília) frente ao rombo causado pelas operações com o Banco Master.
O banco precisa apresentar um plano de capitalização para evitar um descumprimento das regras bancárias. O prazo legal de 31 de março para publicação das demonstrações financeiras de 2025 foi descumprido.
Segundo a Secretaria de Economia do DF, a operação de securitização foi conduzida pelo BRB, com participação do banco BTG Pactual —responsável pela estruturação e captação dos recursos no mercado financeiro.
"A iniciativa faz parte do processo de securitização da dívida ativa do Distrito Federal, mecanismo que permite antecipar recursos com base em créditos que o governo tem a receber. A medida integra as ações em andamento para fortalecer a situação financeira do BRB e atender às exigências regulatórias do sistema bancário", disse o governo Celina Leão (PP) em nota.
O governo local apostava em um empréstimo de R$ 8,8 bilhões do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e de um consórcio de grandes bancos, com garantia do Tesouro Nacional, para recompor as perdas com a compra de carteiras de crédito e ativos sem lastro do Master.











