Texto aprovado pela Câmara enfrenta resistência entre senadores, que criticam mudanças em regras de campanha e prestação de contas partidárias A minirreforma eleitoral foi recebida com muitas ressalvas no Senado. A primeira avaliação é a de que dificilmente o texto será apreciado pela Casa antes das eleições de outubro. O projeto, aprovado a toque de caixa na última terça-feira pela Câmara, chega sem acordo prévio com a cúpula do Senado e sob críticas à liberação de mensagens automatizadas aos eleitores e à flexibilização das contas partidárias. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), evitou se comprometer com a votação.

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