Taxa nacional é de 0,95%, a menor da série histórica iniciada em 2015 Junco do Maranhão (MA) — Foto: Prefeitura de Junco do Maranhão RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/05/2026 - 09:51 Junco do Maranhão lidera sub-registro de bebês no Brasil com 70,18% Em Junco do Maranhão (MA), 70,18% dos bebês não são registrados dentro do prazo legal, liderando o índice nacional de sub-registro, que é de apenas 0,95%, segundo o IBGE. A taxa elevada na cidade contrasta com a média nacional, a menor desde 2015. O fenômeno afeta o acesso a serviços essenciais. No Brasil, sub-registro é mais frequente no Norte e Nordeste, com destaque para Roraima (13,86%). CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Na cidade de Junco do Maranhão (MA), que fica a cerca de 200 km da capital São Luís, 7 em cada 10 bebês não são registrados oficialmente, conforme dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O município tem a maior taxa de sub-registro de nascimentos do país, com 70,18%, enquanto o índice nacional chegou a 0,95% — o menor da série histórica iniciada em 2015. Os dados dos municípios são baseados no município de residência da mãe e integram a pesquisa "Estimativas de Sub-Registro de Nascimentos e Óbitos (2024)". Eles representam os nascimentos que não foram registrados durante o ano até o primeiro trimestre do ano seguinte, o que gera implicações diretas para o acesso a serviços básicos essenciais, como saúde, educação e programas sociais. Junco do Maranhão tem população estimada de 5.282 pessoas, segundo o IBGE. O percentual de sub-registro no estado é de 1,94%, acima da média nacional. Ao todo, a região Nordeste aparece com taxa de 1,34%. A cidade é seguida pelos municípios de Alto Alegre e Amajari, em Roraima. Elas possuem percentual de 67,97% e 60,10%, respectivamente. O estado é o que apresenta o pior índice do país, com 13,86%. Alto Alegre tem população estimada de 23.589 pessoas, enquanto Amajari possui 16.112 habitantes. Encontre sua cidade Maior incidência O percentual nacional se eleva em estados das regiões Norte e Nordeste, com destaque para Roraima (13,86%), Amapá (5,84%), Amazonas (4,40%), Piauí (3,98%) e Sergipe (3,10%). Já as menores taxas foram registradas no Paraná (0,12%), Distrito Federal (0,13%), São Paulo (0,15%), Rio Grande do Sul (0,21%) e Minas Gerais (0,23%). Ao todo, a região Norte apresenta taxa de 3,53%, quase quatro vezes maior que o nível nacional. O Nordeste, com nove estados, também aparece acima, com 1,34%. Já o menor percentual foi registrado na região Sul, com 0,25%. No Sudeste, oscila para 0,26%, chegando a 0,58% no Centro-Oeste. O estado do Rio de Janeiro possui o pior cenário das regiões Sul de Sudeste, com percentual que representa o dobro de cada uma delas: 0,58%. Espírito Santo tem 0,43%, e Santa Catarina, 0,50%.
7 em cada 10 bebês nascidos em cidade do Maranhão não são registrados, diz IBGE; veja dados por município
Taxa nacional é de 0,95%, a menor da série histórica iniciada em 2015












