Um dia antes, o Hezbollah, grupo extremista do país apoiado pelo regime iraniano, rejeitou um acordo de cessar-fogo negociado pelo governo libanês em Washington.

Fim de ataques israelenses ao país vizinho era uma das exigências de Teerã para acordo de paz com os EUA.

Acordo mediado pelos EUA prevê retirada de integrantes do grupo de áreas ao sul do rio Litani e ampliação do controle do Exército libanês

Ministro da Defesa de Tel Aviv afirma que país vai manter operação militar no país vizinho

Algumas figuras israelitas criticaram a influência de Trump nas negociações e já houve ataques no Sul do território libanês.

Os países "rejeitam qualquer tentativa, por parte de agentes estatais ou não estatais, de comprometer o futuro do Líbano", afirmou o comunicado.

A situação também afeta as negociações entre EUA e Irã, que exige a cessação das hostilidades no Líbano como pré-requisito para um acordo

Soldado de paz da ONU também morreu em fogo cruzado; violência continuou apesar do anúncio de novo acordo para tentar encerrar os confrontos entre Israel e Hezbollah.

Teerã condicionou qualquer acordo de paz com Washington à implementação de um cessar-fogo no território libanês

Grupo apoiado pelo Irã rejeita acordo negociado com mediação dos EUA e exige fim total dos ataques israelenses e retirada de tropas do Líbano.

O líder do grupo armado instou o governo iraniano a interromper as negociações diretas com os israelenses, classificando as conversas como 'farsa' e 'humilhação'

Teerã transformou uma trégua entre Israel e o grupo xiita em condição para qualquer acordo de paz com Washington que permita a retomada da navegação pelo Estreito de Ormuz

Segundo o Ministério da Saúde libanês, as ofensivas israelenses mataram mais de 3.500 pessoas desde março

Um dia antes, o Hezbollah, grupo extremista do país apoiado pelo regime iraniano, rejeitou um acordo de cessar-fogo negociado pelo governo libanês em Washington.

Presidente do Líbano acusa Teerã de usar seu país como moeda de troca com os EUA

El presidente libanés acusa a Irán de usar su país "como moneda de cambio"

Teherán exige a Washington que Israel deje de atacar a Hizbolá, su milicia chií aliada, para alcanzar una tregua en el golfo Pérsico y reabrir el estrecho de Ormuz

El gobierno de Líbano lanzó un fuerte reclamo hacia Irán en medio de ataques cruzados con Israel. Conozca las drásticas condiciones para un alto el fuego.

"No es su país, es el nuestro", advirtió el presidente libanés.Joseph Aoun dijo que la gente de Líbano estaba "harta" del conflicto entre Hezbollah e Israel.

En una entrevista con Christiane Amanpour en CNN, el mandatario calificó de inaceptable la postura de Teherán tras la negativa de la Guardia Revolucionaria al pacto alcanzado en…