Mudança no regime de trabalho deve passar a ganhar velocidade em tramitação na semana que vem; senadores avaliam que medida pode ser votada antes das eleições de outubro

Medida deve ser aprovada pelo Câmara dos Deputados nesta semana

Senadores veem discussão açodada, mas lembram que é difícil votar contra a proposta em ano eleitoral; texto será apreciado na comissão especial da Câmara nesta quarta-feira, 27

Texto reduz jornada semanal de 44 horas para 40 horas, em um período de 14 meses após a aprovação na Câmara e no Senado

Governo avalia linha de crédito para pequenaos negócios. Especialistas apontam problemas no texto, que deve engessar regras trabalhistas

Texto reduz jornada semanal de 44 horas para 40 horas, em um período de 14 meses após a aprovação na Câmara e no Senado

Presidentes da República e do Senado estão com as relações estremecidas desde a rejeição da indicação do advogado-geral a União Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF)

Após aprovação em segundo turno, proposta irá para o Senado

Parte dos senadores reclama que Câmara aprovou texto de forma acelerada, mas reconhecem que Casa deve assumir o desgaste de travar a medida

Presidente da Câmara afirma que regulamentação virá por PL do governo e deve ser resolvido 2 meses depois de eventual aprovação da proposta pelo Senado

Redução da jornada de trabalho de 44h para 40 horas semanais foi aprovada em votação expressiva na Câmara; foram 461 votos a favor e 19 contrários

O senador despachou proposta para a CCJ poucas horas após protocolo; movimento ocorre em meio à disputa sobre o ritmo da análise da PEC aprovada pela Câmara

A proposta da oposição é de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RN)

Mudança no regime de trabalho deve passar a ganhar velocidade em tramitação na semana que vem; senadores avaliam que medida pode ser votada antes das eleições de outubro

Proposta que prevê redução para 40 horas semanais deve ser avaliada nas próximas semanas

Medida deve começar a ser analisada pela CCJ, mas ainda não há um calendário definido