A Polícia Federal suspeita que R$ 750 mil repassados à produtora do filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tiveram origem em dinheiro público de emendas parlamentares do deputado Mário Frias (PL-SP).
A investigação resultou na operação deflagrada nesta quinta-feira (10) sob autorização do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A apuração teve como base movimentações financeiras do ICB (Instituto Conhecer Brasil), ONG presidida por Karina Gama, que também é dona da Go Up Entertainment, empresa que produziu o filme.
Duas empresas receberam R$ 700 mil do ICB entre fevereiro e março de 2025. Entre novembro e dezembro, a NTT Brasil, do mesmo grupo, repassou R$ 750 mil à produtora.
A defesa de Frias não foi localizada, e a de Karina foi procurada às 7h46 por mensagem e não se manifestou. À coluna Mônica Bergamo ela nega irregularidades, disse que se sente ameaçada e que, se for presa, não tem o que delatar.











