Ministro defende foco nos debates econômicos e de soberania nacional 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Guilherme Boulos — Foto: Lula Marques/Agência Brasil O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, afirmou que a decisão de Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF) “restabelece a autonomia dos Poderes”. A menos de um mês do primeiro turno, Boulos disse, em publicação no X, ser “inaceitável qualquer interferência indevida no processo eleitoral”. Na mensagem, Boulos disse que a eleição de outubro não é sobre o STF, mas sobre o futuro do Brasil. "Vamos limpar campo e debater o que importa: o fim da Escala 6X1, a soberania nacional e as propostas que interessam aos trabalhadores brasileiros. Nesse campo é 7X1 pro Lula contra Flávio Bolsonaro. Pra cima", complementou. Como mostrou o Valor, o governo federal o governo federal avalia que a decisão do ministro André Mendonça de afastar Rodrigues do comando da Polícia Federal possui motivação eleitoral. O objetivo seria beneficiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), hoje, o principal adversário de Lula na corrida ao Palácio do Planalto. Segundo interlocutores do presidente Lula, Mendonça está sendo usado como "cabo eleitoral" do candidato do PL. O magistrado foi indicado ao STF pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro e empossado no dia 16 de dezembro de 2021. Na determinação de hoje, Dino disse que a decisão de Mendonça de afastar de suas funções Rodrigues e o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada, prejudica investigações em andamento. Além disso, afirmou, não poderia ter como origem um pedido de partido político, que não integra processos penais. No caso, Mendonça atendeu a uma solicitação do Novo. Para Dino, ainda, a análise da medida seria de competência do plenário da Corte.
Boulos diz que decisão de Dino de reintegração de Andrei Rodrigues à PF 'restabelece autonomia dos Poderes'
Ministro defende foco nos debates econômicos e de soberania nacional











