0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes em sessão no STF após revelação de mensagens com Vorcaro. — Foto: Antonio Augusto/STF A decisão de força de André Mendonça de afastar o diretor geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de inteligência, Leandro Almada, é uma interferência direta em assuntos do Executivo. Ele cita como antecedente o caso do afastamento de Ibaneis Rocha que aconteceu em contexto totalmente diferente. Era uma tentativa de golpe de Estado e havia dúvidas fortes sobre a participação de Ibaneis por ação ou omissão. Mendonça também lembra a decisão do ministro Teori Zavascki, que determinou o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados em maio de 2016. Desta vez o que André Mendonça quer é fortalecer a sua própria queda de braço com Moraes e, se conseguir aprovar na Segunda Turma, ele se fortalecerá ainda mais. Tudo isso está sendo feito no mês anterior à eleição por motivo óbvio: ele fortalece mais uma vez a direita na disputa eleitoral. Seria preciso o presidente do STF chamar todo esse assunto para plenário.
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