O crescimento dos restos a pagar cria uma distância entre o impulso fiscal efetivo e aquele sugerido pelo indicador convencional 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 — Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O debate fiscal brasileiro avançou ao reconhecer que o resultado primário convencional já não basta para descrever toda a atuação do Estado. Analistas passaram, corretamente, a chamar atenção para despesas financeiras e operações parafiscais usadas na execução de políticas públicas fora do perímetro habitual do primário. A conclusão também está correta: recuperar a sustentabilidade da dívida exige não apenas melhorar o primário, mas conter esses canais adicionais de expansão fiscal.
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