Após a nova leva de informações que veio à tona nesta semana no escândalo do Master, revelando mensagens entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), empresários discutem a elaboração de mais um manifesto para pedir decoro ao Judiciário e voltar a pressionar Edson Fachin, presidente da Corte, a adotar um código de conduta para seus membros.
Nomes conhecidos do empresariado, além de economistas e representantes de outros segmentos da sociedade civil, já haviam assinado um documento em dezembro passado pedindo transparência sobre os limites éticos que devem orientar os magistrados.
Naquele abaixo-assinado —que ficou aberto na internet e alcançou quase 80 mil assinaturas— havia nomes como Arminio Fraga (Gávea Investimentos), Eugênio e Salim Mattar (Localiza), Antonio Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Luiz Passos (Natura), Jayme Garfinkel (Porto Seguro) e Pedro Wongtschowski (Ultra), entre outros.
O noticiário do Master, na época, já mostrava que a mulher de Moraes manteve contrato de R$ 130 milhões com o banco de Vorcaro e que o ministro Dias Toffoli embarcou em um jatinho para ver um jogo do Palmeiras no Peru na companhia do advogado de um diretor do Master.













