Ativista, empresário, escritor e presidente da Central Única das Favelas (Cufa-RJ)

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31/08/2026 00h05 Atualizado há 34 minutos

A ideia de diversidade dos defensores da causa entrou numa encruzilhada. Empresa não existe para fazer justiça, mas para dar lucro, e convicção moral é terreno que nunca foi dela. Não é acusação, é constatação. Nos conselhos de empresas e marcas de que participo, sempre busquei outro caminho: diversidade na prateleira do investimento. E, se render, parte do lucro volta para reinvestir.

Em 2025, 53% das companhias do S&P 100, as cem maiores da Bolsa americana, mudaram a forma de registrar a diversidade nos relatórios. Poucas encerraram as ações. Levaram a supervisão para a governança e baixaram a visibilidade quando virou custo político. Ninguém tira do relatório o que dá lucro.