Uma disputa sobre gestação por substituição (popularmente conhecida como barriga de aluguel ou barriga solidária) e aborto que atraiu a atenção para o nascimento de um bebê no Texas neste mês transformou-se, na terça-feira (25), em um drama judicial em Dallas.
Tanto a mãe biológica quanto a gestante disseram a uma juíza que se importavam com a criança e defenderam que deveriam ser reconhecidas como mãe.
A questão da parentalidade tornou-se um novo foco de conflito no que começou como um acordo comum de gestação por substituição entre um casal da Califórnia, que enfrentava dificuldades para ter um bebê por conta própria, e uma enfermeira do Alasca que atuou como gestante.
O acordo desmoronou depois que o feto recebeu o diagnóstico de uma doença cardíaca grave. Citando uma cláusula do contrato, o casal, Nausheen Gilkar e Omar Ahmed, pediu à gestante, McKenna West, que abortasse. West se recusou. Em julho, ela se mudou para o Texas, e o bebê, um menino, nasceu em 12 de agosto. Ele está em estado crítico em um hospital de Dallas.
A audiência, que durou mais de quatro horas, concentrou-se nos esforços de West para obter a guarda do bebê. Ela buscava reverter uma decisão de junho de um tribunal da Califórnia que reconheceu Gilkar e Ahmed como os pais.












