O Ministério Público de São Paulo denunciou quatro policiais militares sob a acusação de integrarem uma organização criminosa que fazia a segurança privada de dirigentes da Transwolff, de seus familiares e das garagens da empresa de ônibus investigada por suposta lavagem de dinheiro do PCC.

A denúncia, apresentada nesta quarta-feira (26) à Justiça Militar, também pede a prisão preventiva do tenente-coronel José Henrique Martins Flores, apontado como administrador de empresas usadas para formalizar os serviços de segurança e dar aparência legal aos pagamentos.

Os outros três denunciados —capitão Alexandre Paulino Vieira, sargento Alexandre Aleixo Romano Cezário e sargento reformado Nereu Aparecido Alves— estão presos preventivamente desde 4 de fevereiro, quando a Corregedoria da PM deflagrou a Operação Kratos.

A Promotoria pediu a manutenção das três prisões. A denúncia ainda precisa ser recebida pela Justiça.

A Folha ainda tenta identificar a defesa do tenente-coronel Flores.