A Justiça Militar de São Paulo decretou a prisão preventiva (sem prazo) do tenente-coronel José Henrique Martins Flores, acusado pelo Ministério Público de fornecer a estrutura empresarial a policiais militares que faziam a segurança privada de dirigentes da empresa de ônibus Transwolff, de seus familiares e das garagens da viação.
A reportagem tenta contato com a defesa de Flores desde a semana passada, por email e telefone, mas não obteve resposta.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a ordem foi cumprida neste sábado (29), um dia após o juiz Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, da 3ª Auditoria Militar, receber a denúncia contra Flores e outros três policiais já presos, e atender ao pedido da Promotoria de prender Flores. Na denúncia, a Promotoria afirma que o oficial estava lotado no CPA/M7, em Guarulhos.
"O tenente-coronel mencionado está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na capital, desde o último sábado (29), em cumprimento a mandado de prisão. O oficial foi conduzido por equipe da Corregedoria da PM. Ele é investigado por suspeita de envolvimento com uma organização criminosa. O caso é acompanhado pelos órgãos competentes", diz nota do governo paulista.
A prisão pode ser revogada caso deixem de existir os fundamentos que justificaram sua decretação.






