Candidato possui 5 metas para 2030, divididas em 14 pilares 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renan Santos, candidato à presidência da República pelo Partido Missão — Foto: REUTERS/Adriano Machado Estreante na política nacional, Renan Santos (Missão) disputa pela primeira vez uma eleição, concorrendo à Presidência da República, com a promessa de "dar um basta em tudo o que deu errado" e construir um país onde "o esforço deve ser recompensado." Santos é um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e, com o objetivo de consolidar uma via eleitoral para os membros e valores do grupo, ele ajudou na criação do partido Missão, homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2025. As bases ideológicas da legenda são descritas no chamado "Livro Amarelo", que também funciona como plano de governo de Santos nesta campanha eleitoral. O material possui 14 pilares, divididos em três grandes blocos: Estado Novo, Reformas de base e País do futuro. Segundo o material apresentado, esses pilares podem ser resumidos em cinco metas para 2030: Nenhum território controlado por facção; Seis mil favelas a menos e 8 milhões de novas casas; Nenhum estado com mais Bolsa Família do que trabalho formal; Redução da taxa de juros; Nove em cada 10 crianças alfabetizadas na idade certa. Os 14 pilares que abrangem essas metas passam por áreas como ajuste fiscal, segurança pública, economia, infraestrutura, saúde, cultura, educação, agricultura, tecnologia e política externa. O programa também fala sobre: Fusão de municípios em prol de uma maior eficiência fiscal; “Responsabilidade gerencial”, no qual seria criado um sistema de incentivo aos políticos para garantir melhorias nos índices de educação, saneamento, saúde e segurança; “Direito Penal do Inimigo”, no qual membros de facções criminosas não teriam direito a um processo criminal com ampla defesa, porque, na visão do partido, eles representam uma ameaça à soberania do Estado brasileiro; Reforma das políticas assistencialistas, com a substituição do Bolsa Família por um programa de Frentes Cidadãs que incentive a inserção dos beneficiários ao mercado formal de trabalho; Criação de uma zona econômica especial para a região Nordeste; Parcerias estratégicas nos segmentos de terras raras e indústria, principalmente com Estados Unidos, União Europeia, Japão, Índia, Canadá, Vietnã e Taiwan; “Desfavelização física e espiritual” do país.