Cresce tensão de investidores com fenômeno climático, enquanto operações de crédito refletem mais RJs e inadimplência 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renato Frascino, da Opea: “Ainda está muito difícil precificar o impacto do El Niño em termos de risco e spread” — Foto: Rogerio Vieira/Valor As previsões sombrias para os impactos do El Niño na produção agrícola brasileira já entraram no radar dos investidores. Nos últimos três meses, o valor das cotas dos Fiagros caiu em média 4%, segundo dados da Kinea, em meio à associação do risco climático ao cenário negativo de inadimplência e recuperação judicial (RJ) do setor. Nas operações de crédito, no entanto, a ameaça ainda não se traduziu em “spreads” (prêmio de risco) mais altos em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e nas taxas cobradas pelos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs).

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