0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Recepção de unidade da Oncoclínicas — Foto: Reprodução / Oncoclínicas Os minoritários da Oncoclínicas já traçaram sua estratégia para depois do julgamento da OPA multibilionária na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), marcado para terça-feira. A coluna apurou que, caso o colegiado do órgão determine que a OPA deve acontecer, a Associação Brasileira de Investimento, Crédito e Consumo (Abraicc) vai entrar, já na quarta-feira, com uma “ação de obrigação de fazer” na Justiça. Ou seja, vai exigir prontamente que a gestora americana Centaurus realize a OPA. A operação obrigaria a gestora a pagar mais de R$ 16 por ações que hoje valem pouco mais de R$ 1 na Bolsa. Essa foi a estratégia adotada porque, segundo fontes a par dos planos, a Abraicc não está sujeita a cláusula arbitral. Além disso, a arbitragem aberta pelo fundo Josephina III, da gestora americana Centaurus, mira apenas a gestora Latache. Não abarca, portanto, o restante dos minoritários da Oncoclínicas. Mas isso tudo dependerá, claro, de uma decisão favorável aos minoritários no colegiado da CVM na próxima terça-feira…
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OPA bilionária da Oncoclínicas vai parar em arbitragem às vésperas de decisão da CVM













