Uma lista de casas que merecem a visita na cidade 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Arabia 3º lugar no Prêmio SP Gastronomia 2026: a casa, inaugurada em 1937, mudou de endereço no ano passado, mas segue como um porto seguro de pratos tradicionais da gastronomia árabe — Foto: Divulgação /Lais Acsa Make Hommus. Not War é eleito o melhor restaurante vegetariano da cidade pelo Prêmio SP Gastronomia 2026. Confira outros bons endereços na categoria. 2º lugar: SAINTE MARIE Nascido no Líbano, o chef Stephan Kawijian começou na gastronomia com uma cozinha de produção que abastecia eventos e empórios. Há 19 anos, abriu o Sainte Marie no mesmo endereço, em um imóvel estreito e com poucas mesas. O sucesso levou-o a ocupar os demais espaços comerciais do prédio. No cardápio, clássicos árabes ganham combinações pouco usuais. É o caso das esfirras de polvo (R$ 34) e de costela de boi com coalhada (R$ 27,27), feitas no forno a lenha. O quibe pode ser assado (R$ 33,30), frito (R$ 13,50), cru (R$ 54) ou montado (a partir de R$ 85), em criações do chef compostas de andares de quibes cru e assado, tabule sem trigo, coalhada e cebolas caramelizadas. Completam a lista charutos de folha de uva (R$ 54) ou repolho (R$ 45) recheados de arroz e carne, além das tradicionais pastas — que também podem ser levadas para casa: as opções são babaganoush (R$ 33,30), homus (R$ 33,30) e a coalhada artesanal, uma receita da avó do chef (R$ 39,60). Jardim Taboão: Rua Dom João Batista da Costa 70 (3501-7552). Seg a sex, das 11h às 20h. Sáb, das 11h às 19h30. Quibe montado: um clássico do Sainte Marie, 2º lugar no Prêmio SP Gastronomia 2026 (Arte do GLOBO) — Foto: Divulgação 3º lugar: ARABIA Desde 1937 na Rua Haddock Lobo, mudou de endereço no último ano e ganhou cara mais moderna. No cardápio, seguem os pratos tradicionais da gastronomia árabe, com destaque para receitas do Líbano, onde a chef e fundadora Leila Kuczynski passou a infância. Uma padaria à vista dos clientes funciona no meio do salão: pães são assados na hora usando o saj, uma chapa metálica tradicional da cultura árabe. Depois levam recheios como a salada fatuch (a partir de R$ 65) — mix de folhas, tomate, rabanete, pepino, ervas frescas e molho de melaço de romã — e shawarma (R$ 61) de carne ou frango. Entre os pratos quentes, o chich barak (a partir de R$ 75) traz minicapeletes recheados de carne, servidos na coalhada. De segunda a sexta, no almoço, há menu executivo simples (R$ 99) — um salgado, um prato frio e um quente — ou completo (R$ 130) — que também inclui uma sobremesa, uma bebida e chá ou café. Jardim Paulista: Alameda Lorena 1821 (3061-2203). Seg a sex, das 12h às 15h30 e das 19h às 23h. Sáb e feriados, das 12h à meia-noite. Dom, das 12h às 23h. ALMANARA Fundado em 1950 pela família Coury, de origem libanesa, se consolidou como um dos endereços mais tradicionais da culinária árabe em São Paulo. A matriz, na Rua Basílio da Gama, preserva características originais do salão, com mesas simples, cobertas por toalhas brancas, e cadeiras de couro — sem os bancos estofados presentes em outras unidades. Essa também é a única da rede a oferecer a refeição árabe, um rodízio (R$ 148) servido diariamente, com esfihas, quibes, pastas, saladas e outros clássicos, para repetir à vontade. No cardápio à la carte, disponível em todas as unidades, fazem sucesso a esfiha aberta de queijo (R$ 13,80), o quibe cru (R$ 74,60) e a salada Almanara (R$ 72,90), preparada com alface, cenoura, grão-de-bico, beterraba, croûton e mozzarella, além de molho rosé. Centro Histórico: Rua Basílio da Gama 70 (3257-7580). Seg a qui, das 11h30 às 22h30. Sex e sáb, das 11h30 às 23h. Dom, das 11h30 às 22h. Rua Oscar Freire 523 (3085-6916). Seg a dom, das 11h30 às 23h. Mais dez endereços. BARUK No endereço da Vila Olímpia, onde tudo começou, há 18 anos, são servidos clássicos da cozinha árabe todos os dias no almoço. A empreitada dos irmãos Gustavo e Denise Batistel se estendeu para a casa no Itaim Bibi, reformada recentemente, que atende no almoço e no jantar. Nas duas unidades, são oferecidos menu à la carte — com pratos como a cafta de forno (R$ 67), montada e assada na hora — e rodízio (a partir de R$ 137) de clássicos árabes servido à vontade nas mesas dos clientes. Para acompanhar, são opções a soda de romã com gengibre (R$ 25) e a limonada libanesa (R$ 21). No último ano, a dupla inaugurou a Casa Baruk, em Higienópolis, com menu à la carte exclusivo. Por lá, o chef Gustavo explora pratos autorais, com influências árabes e mediterrâneas. Itaim Bibi: Rua Bandeira Paulista 399 (3895-9990). Ter a sáb, das 12h às 16h45 e das 19h às 23h. Dom e seg, das 12h às 16h45 e das 19h às 22h. Vila Olímpia: Alameda Raja Gabaglia 160 (99322-4599). Diariamente, das 12h às 16h. CASA GARABED Escondido na garagem de uma antiga residência em Santana, fica um dos endereços mais tradicionais para se provar esfihas em São Paulo. Fundada em 1951 por Garabed Deyrmendjian, a casa tem forno a lenha, à vista dos clientes, de onde saem receitas preparadas na hora. São 16 opções de esfiha, entre elas a de pernil de cordeiro (R$ 23,60), servida aberta ou fechada, e a de queijo com escarola refogada com tahine (R$ 21,45), fechada. O cardápio reúne clássicos das culinárias armênia e árabe, como bastermá de lagarto (R$ 89) — carne curada com especiarias e fatiada bem fina—, servido com pães sírios da casa, além da cafta (R$ 94) acompanhada de arroz armênio com snobar (pinoli), fatias de tomate, alface, turchu (um tipo de conserva) e azeitonas chilenas. Outro destaque é o madzunov kiofté (R$ 98), com seis pequenos quibes redondos recheados de carne e snobar, assados no forno a lenha e servidos na coalhada fresca com especiarias. Santana: Rua José Margarido 216 (2976-2750). Qua a dom, das 12h às 21h. SHUK FALAFEL & KEBABS O estabelecimento é fruto do amor do casal Suzana Goldfarb e Mauro Brosso pela culinária do Oriente Médio. Aberto em maio de 2022, tem um pequeno salão, mesas na área externa, decoração colorida e letreiros luminosos que informam a especialidade local: comidas de rua com um toque de modernidade. Uma das opções é o schnitzel (R$ 52), sanduíche israelense de frango empanado, maionese de alho, salada, picles, molho tahine e tatabili (molho de pimentão verde, alho e limão). Para acompanhar, sodas da casa, feitas com romã (R$ 24) ou tangerina (R$ 23). Criação local, o homus pitriot (R$ 44) une a pasta de grão-de-bico a cogumelos salteados, cebola crispy e molho amba — um chutney iraquiano de manga e especiarias. Em 2024, os dois abriram uma casa na Vila Madalena dedicada às esfirras, na versão aberta e de massa fina, mais popular, ou na versão turca, grande, em formato de barca. Pinheiros: Rua Ferreira de Araújo 385 (97219-0852). Seg e ter, das 12h às 15h e das 18h às 22h. Qua e qui, das 12h às 15h30 e das 18h às 22h30. Sex e sáb, das 12h às 23h. Dom, das 12h às 22h.
Guia SP Gastronomia 2026 aponta as melhores cozinhas do Oriente Médio da cidade
Uma lista de casas que merecem a visita na cidade
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