Tuju é eleito o melhor restaurante de cozinha contemporânea da cidade pelo Prêmio SP Gastronomia 2026. Confira outros bons endereços na categoria. 2º lugar: EVVAI Em um discreto sobrado na Rua Joaquim Antunes, em Pinheiros, o chef Luiz Filipe Souza conduz uma das experiências gastronômicas mais criativas e premiadas da capital paulista. No bonito ambiente para até 51 pessoas, ele propõe uma cozinha de matriz italiana em elaboradas sugestões de menu degustação. O atual, com o pomposo nome de Oriundi OR 2026.1, é estruturado em quatro momentos e custa R$ 1.650 por pessoa, podendo ser acompanhado por harmonizações distintas, que combinam rótulos brasileiros, italianos e de outras regiões, além da versão não alcoólica (R$ 357 a R$ 2.259). Nele, aparecem preparações como a bruschetta de atum bluefin, construída sobre merengue salgado de algas com tomate lactofermentado, e o rigatoni de pupunha com açaí e amêndoas. Há até mesmo um cappuccino de bacalhau, organizado em camadas com tucupi e mandioquinha, além da já clássica bomba de vieiras, que a cada temporada ganha uma versão. As sobremesas são de responsabilidade da confeiteira Bianca Mirabili, que traz, entre outras criações, uma releitura do creme de papaia com cassis. Pinheiros: Rua Joaquim Antunes 108 (3062-1160). Ter a sex, das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 15h e das 19h às 23h. 3º lugar: CEPA À frente da casa, o chef Lucas Dante desenvolve um cardápio que muda constantemente de acordo com a sazonalidade dos ingredientes, explorando técnicas como defumação, fermentação e maturação sem perder de vista o protagonismo da matéria-prima e o trabalho de pequenos produtores brasileiros. Entre as sugestões que figuram recentemente, está a rillette de leitão no Jerez, com emulsão de karashi e blini de mandioquinha (R$ 69), e a língua de wagyu, mais cogumelo eryngui, molho de foie gras e espumante (R$ 139). Há uma ala do menu dedicada aos “especiais”, preparados e servidos em porções limitadas, caso do matambrito de porco na brasa, alface grelhada, creme de ervilha e molho à base de vinho, mostarda e picles (R$ 139, na foto). A sobremesa pode ser um crepe de baunilha com compota de tangerina, pistache e sorvete de iogurte (R$ 69). Ao lado de Dante, a sommelière Gabrielli Fleming assina uma carta de vinhos orgânicos, biodinâmicos e de baixa intervenção, pensada para harmonizar com cada etapa da refeição. Pinheiros: Praça dos Omaguás 110 (2096-0687). Qua a sex, das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 16h. Cepa: cardápio muda de acordo com a sazonalidade dos ingredientes — Foto: Giulianna Nogueira AE! COZINHA Pouco mais de um ano depois de trocar o pequeno salão original por um endereço mais amplo na mesma rua — sem deixar de lado o clima intimista —, o casal de chefs Ygor Lopes e Walkyria Fagundes renovou o cardápio do AE! Cozinha. Para começar, os delicados tacos de siri (R$ 47, duas unidades) chegam com avocado cremoso e ovas de peixe. Entre os principais, destaca-se a bochecha de boi defumada, cozida por dezesseis horas em baixa temperatura antes de ganhar molho roti, caviar de mostarda, purê de mandioquinha com manteiga noisette e farofa de castanha-de-caju (R$ 103). Outra boa pedida é o peixe do dia grelhado, servido com molho de moqueca e açafrão espanhol, vinagrete de banana-da-terra, arroz de coco e farofa de dendê (R$ 125). Na sobremesa, vale guardar espaço para a refrescante éclair de maracujá (R$ 49), recheada com ganache de manjericão, gel de maracujá com mel de uruçu e sorvete de mel. Quem visita a casa entre quinta e sábado, no jantar, também pode optar pelo menu degustação de seis tempos (R$ 290), disponível mediante reserva e com harmonização opcional (R$ 250). Vila Mariana: Rua Áurea 343 (3476-8521). Qua, das 19h às 22h. Qui, das 12h às 15h e das 19h às 22h. Sex, das 12h às 15h e das 19h às 22h30. Sáb, das 12h às 16h e das 19h30 às 22h30. Dom, das 12h às 17h. CASA RIOS Depois de quase uma década no Tatuapé, a Casa Rios iniciou um novo capítulo ao se mudar para Pinheiros, ocupando um charmoso casarão da década de 50 todo em tijolinhos. O novo endereço acrescentou um agradável jardim frontal, e a mudança aproximou a casa de seu público sem abrir mão da essência construída pelos chefs Rodrigo Aguiar e Giovanna Perrone: uma cozinha brasileira contemporânea que tem o fogo como principal elemento. Isso se traduz em pratos como o peixe na brasa com pupunha grelhada e caldo moquecado de camarão (R$ 115), ou então a abóbora assada e caramelizada na lenha, mais glace de abóbora e especiarias, béarnaise de manteiga queimada e harissa (R$ 68). Nas sobremesas, a torta de queijo de ovelha (R$ 45) vem junto de goiabada na lenha com especiarias amazônicas. Às sextas, único dia de almoço durante a semana, tem menu executivo com couvert, entrada, prato principal e sobremesa a R$ 98, que é renovado semanalmente. A carta de drinques tem a assinatura de Ana Martins e há uma seleção de cerca de 55 rótulos de vinhos também servidos em taça. Pinheiros: Rua Deputado Lacerda Franco 478 (2091-7323). Qua e qui, das 19h às 23h. Sex e sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 16h. CENA Após quase duas décadas abrigando um dos restaurantes mais tradicionais da hotelaria paulistana, o Emiliano inaugurou uma nova fase gastronômica com o Cena. A empreitada deixa de lado a formalidade típica dos hotéis para assumir uma identidade própria, em um ambiente projetado por Arthur Casas que integra salão e cozinha e transforma o preparo dos pratos em parte da experiência. À frente do projeto está o chef Vinícius Pires, que apresenta uma culinária contemporânea de forte base técnica. No almoço, aparecem composições mais leves como o crudo de atum com avocado e ora-pro-nóbis (R$ 75) e o pescado com molho de moqueca e palmito pupunha (R$ 149). À noite o cardápio muda, e entram sugestões como a carne cruda com anchovas do Cantábrico e melão (R$ 118), o coração de pato com castanha-de-caju e carambola (R$ 75) e a pasta com mandioquinha, vieira e tucupi (R$ 198). As sobremesas incluem preparos como babá au cachaça e maracujá (R$ 58), versão do clássico baba au rhum. Já a carta de vinhos e espumantes é assinada pelo sommelier Luís Otávio Álvares Cruz, com destaque para rótulos brasileiros. Jardim Paulista: Rua Oscar Freire 384 (98925-3196). Diariamente, das 12h às 15h e das 19h às 23h. CHOU O endereço da chef Gabriela Barretto conquistou fama por oferecer uma experiência tão acolhedora quanto romântica — especialmente à noite, quando as luzes baixas e o verde ao redor transformam o lugar em um cenário dos mais agradáveis. A cozinha acompanha esse clima intimista com um cardápio que muda constantemente conforme a sazonalidade dos ingredientes. Um bom jeito de começar é pelas mezzes, pequenas porções para partilhar, como os quiabos tostados na chapa com azeite de gergelim, amendoim e limão-taiti (R$ 35), ou então as lulinhas de Santa Catarina com harissa, alho, vinho branco e manteiga, ladeadas por pão de campo (R$ 77). Parte dos pratos saem da grelha a carvão e lenha, a exemplo do bife ancho maturado com chimichurri (R$ 136) e da coxa e sobrecoxa orgânica com semente de erva-doce, páprica e pimenta-do-reino (R$ 71), ambos com acompanhamentos à parte. Já do fogão vem o pilaf de miniarroz, trigo, brócolis, dill, queijo parmesão, castanha-do-pará e hortelã (R$ 74). Bem montada, a carta de vinhos tem a mão da sommelière Gabriela Monteleone. Pinheiros: Rua Mateus Grou 345 (3083-6998). Seg a sex, das 19h às 23h. Sáb, das 13h às 16h e das 19h30 às 23h30. Dom, das 13h às 16h. CORA Subir até o último dos seis andares de um edifício junto ao Minhocão faz parte do ritual de quem visita o Cora. Ali, um terraço de atmosfera despretensiosa abriga a cozinha do chef argentino Pablo Inca, que aposta em um cardápio enxuto, de inspiração sazonal e em constante transformação. Tudo é pensado para ocupar o centro da mesa e ser compartilhado entre os presentes. Dois dos pratos que passaram recentemente pela casa são a terrine de cordeiro com vegetais em conserva (R$ 68) e o peixe na brasa servido com berinjela defumada e salada fresca (R$ 92). Para adoçar a refeição, pode entrar em cena uma ótima torta basca de doce de leite (R$ 46). Seja qual for a escolha, aproveite a oferta de coquetéis autorais, uma alternativa recorrente para acompanhar. Leve e fresco, o coraline (R$ 45) é feito de hortelã, uísque Makers Mark, Aperol, mix cítrico, Paragon Vetiver e água com gás. Na guarnição, ainda vão abacaxi desidratado com especiarias e um toque de absinto. Vila Buarque: Rua Amaral Gurgel 344 (3231-4561). Ter a qui, das 19h às 23h. Sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 17h. CORRUTELA Situado próximo ao Beco do Batman, na Vila Madalena, o Corrutela combina cozinha contemporânea brasileira e compromisso ambiental sob o comando dos chefs Letícia Ferreira e Renato Mello. A sustentabilidade orienta toda a operação da casa, que utiliza energia solar, mantém sistema próprio de compostagem e privilegia ingredientes sazonais, o que faz com que o cardápio esteja em constante renovação. Para começar, há pedidas como o bolinho de milho com pimenta da casa (R$ 38) e o brioche de fermentação natural com manteiga fermentada (R$ 24), produzida ali mesmo — a manteiga, por sinal, é maturada com koji, fungo cultivado em arroz muito usado na culinária japonesa. Outra boa escolha é o coração de galinha na brasa servido com purê de castanha e ervas frescas (R$ 58). Entre os principais, a costeleta de porco (R$ 98) chega acompanhada de broa de fubá, couve, pimenta-de-cheiro e molho de mostarda, enquanto a abóbora defumada (R$ 72) ganha a escolta de cogumelo eryngui, salsa verde e tempurá de folha de cenoura. As sobremesas valorizam ingredientes brasileiros em receitas criativas, como o creme de erva-mate com sorbet de butiá, compota de limão-cravo e massa folhada (R$ 47), além dos já famosos ovos nevados de jenipapo (R$ 39), preparados com creme inglês de jenipapo fermentado, claras aeradas e crumble de caramelo. Vila Madalena: Rua Medeiros de Albuquerque 256 (3097-9490). Qua a sáb, das 12h às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 16h30. COZINHA 212 A cada temporada, o cardápio é revisto pelo chef Stefan Weitbrecht, que comanda a badalada casa ao lado do fotógrafo Victor Collor. Na última versão, as lulinhas com morcilla ganharam nova cara, e o molusco agora vem recheado com o embutido espanhol em sua própria tinta, mais um punhado de agrião (R$ 68). Proveniente da horta própria, de onde ainda saem outros insumos de cultivo biodinâmico, a couve-flor à carbonara aparece braseada, com o clássico molho de ovo, queijo, pimenta e guanciale (R$ 52). Há ainda uma seção dedicada às “bocadas”, com destaque para o tempurá de siri-mole com jalapeño e shissô (R$ 48). Seja no salão ou nas mesas da calçada, recomenda-se dar uma olhada na carta de drinques da bartender Vera Elid, sempre com boas misturas. E, antes de pedir a conta, vale dar uma adoçada com a torta basca com geleia de frutas (R$ 42). Pinheiros: Rua dos Pinheiros 174 (93216-5042). Ter a sex, das 19h à 1h. Sáb, das 13h às 16h e das 19h à 1h. DÊZE Aberto em junho deste ano, o restaurante do casal Yuri Escobar e Joanna Côrtes chega a São Paulo depois de construir sua trajetória em Caraíva, no litoral Sul da Bahia. Lá, conquistou os clientes que incentivaram a dupla a trazer a casa para a capital paulista. No comando da cozinha, Yuri trabalha os ingredientes de forma integral, recorrendo a técnicas como fermentação, cura e maturação para criar pratos a partir de produtos brasileiros e de referências vindas de diferentes regiões, de memórias e de estudos. A experiência é oferecida apenas no jantar, de terça a sábado, em um menu único de 12 tempos (R$ 819 por pessoa), que pode ser adaptado a alergias e restrições alimentares. Uma das etapas da degustação leva saccottini, uma massa fresca recheada com demi glace e rabada, finalizada com dashi e folha de agrião. Outro tempo traz magret de pato — que passa por três dias de cura —, purê de figo na brasa e ruibarbo. A noite começa no térreo, onde fazem sucesso os coquetéis autorais red beet (R$ 62), de gastrique de beterraba e hibisco, e bergamota (R$ 65), com geleia de tangerina feita na casa. No primeiro andar, a harmonização de vinhos é uma das opções mais procuradas. Jardins: Rua Marília 40. Ter a sáb, a partir das 19h, com a última reserva às 20h30. D.O.M. Há mais de duas décadas, o D.O.M. ocupa um lugar central na gastronomia brasileira sob o comando do chef Alex Atala. Instalado nos Jardins, o restaurante tornou-se uma das principais vitrines da biodiversidade do país ao transformar ingredientes pouco conhecidos — muitos deles provenientes da Amazônia e de outros biomas brasileiros — em pratos de alta gastronomia reconhecidos internacionalmente. A experiência é conduzida por menus degustação que mudam conforme o momento criativo do chef, revelando combinações que surpreendem tanto pela sofisticação quanto pela capacidade de traduzir o Brasil em cada etapa da refeição. O da vez, intitulado “a hora da onça beber água”, sai a R$ 1.150 por pessoa e é composto de dez etapas, incluindo o ravióli de tapioca com ervas frescas e ervilha torta no tucupi e o jacaré com bacuri, trazido de um produtor de manejo consciente. Aos que optam pela harmonização, com seleção do sommelier Luciano Freitas, o valor sobe para R$ 1.930. Além da sequência, há um menu executivo servido de segunda a sexta na hora do almoço a R$ 230. Jardim Paulista: Rua Barão de Capanema 549 (96918-9947). Seg a sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 19h às 23h. ECULLY Aninhado nos fundos de um casarão na Pompeia, o endereço dos chefs Guilherme Tse Candido e Juliana Amorim tem salão com paredes de vidro, cercado de plantas, e uma jabuticabeira entre as mesas. Formados no Institut Paul Bocuse, na cidade francesa que batiza a casa, os dois encontraram ali o terreno ideal para desenvolver uma cozinha de acento mediterrâneo. Há pedidas como o atum selado na brasa com purê de banana-da-terra, farofa de milho e azeite trufado (R$ 109,90) ou então a pera confitada com purê de cará e castanha, cogumelo-salmão, redução de vinho e chips de batata-roxa (R$ 92,90) — esta, opção vegana. Precedem os pratos elaborações como a lula confitada com homus de feijão-fradinho, aioli de tinta de lula, azeitona taggiasca e guanciale (R$ 64,90). Para acompanhar, há uma fornida carta de vinhos com preços da importadora. Pompeia: Rua Cotoxó 493 (3853-3933). Ter a sex, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sáb, das 12h30 às 16h e das 19h às 23h. Dom, das 12h30 às 16h. JACÓ Instalado em uma casa discreta de decoração minimalista, o restaurante do chef Iago Jacomussi ganhou projeção com cozinha autoral baseada em ingredientes sazonais e apresentações precisas. As sugestões são atualizadas com frequência, em cardápio que não faz distinção entre o que é entrada e e o que é prato principal: as opções oferecidas são pensadas para se colocar no centro da mesa e compartilhar. Entre as novidades mais recentes estão o polvo com feijão-branco e tomates (R$ 185) e a língua de wagyu com coalhada de ovelha e batata (R$ 147). Algumas receitas permanecem: é o caso do crudo de peixe com laranja-bahia e quinoa vermelha (R$ 84). Das sobremesas também segue uma velha conhecida dos frequentadores: uma espécie de versão da pernambucana cartola feita com banana, queijo reblochon e noz-pecã. Vila Madalena: Rua Fidalga 357 (98563-4163). Qua a sex, das 19h às 23h. Sáb, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Dom, das 12h às 16h. MANÍ O restaurante chega aos 20 anos renovado. A reforma recente deixou os ambientes mais abertos, integrados e acolhedores, preservando elementos do projeto original, como os pergolados com galhos de jabuticabeira. As mudanças se estendem ao cardápio da chef Helena Rizzo, que incorporou novas receitas inspiradas em técnicas brasileiras — entre elas a de moquear, tradicional método indígena de defumação lenta. O resultado aparece em pedidas como o tambaqui moqueado com purê de banana-da-terra e beiju (R$ 85), da seção de belisquetes. Das entradas, voltou ao menu os tortei (R$ 66), receita afetiva da chef apoiada na tradição gaúcha: feitos de pupunha, eles recebem recheio de abóbora cabotiá, são finalizados em manteiga de sálvia e chegam à mesa com cubos de melão, sementes de abóbora e uma nuvem de queijo Tulha. Nos principais, destacam-se a mujica de bacalhau com mandioca, espinafre, alho-poró, uvas brancas e cerefólio, finalizada com telha de mandioca (R$ 220), e o peixe do dia, geralmente sororoca ou olho-de-cão grelhados na brasa, servido com palmito pupunha, cuscuz de farinha de Uarini, banana-da-terra, salsa verde e physalis (R$ 199). Para encerrar, vale provar o delicado sagu, preparado com infusões de flores e frutas sobre uma base de flã de laranja. Helena, que divide a parceria criativa com o chef belga Willem Vandeven, ainda propõe menus degustação de três ou dez etapas (R$ 370 e R$ 715, respectivamente). Jardim Paulistano: Rua Joaquim Antunes 210 (97473-8994). Ter a sex, das 12h às 15h e das 19h às 22h30. Sáb, das 13h às 16h e das 19h30 às 23h. Dom. das 13h às 16h30. PETÍ Leia em Bom e barato.
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